19 de dezembro de 2012

Conclusões de uma conversa entre amigas.

Hoje eu acho que estou com algum problema. Minha concentração esta falha, mas não para falar o que passa na minha cabeça. E quanta coisa passa! Aliás eu queria só escrever sobre, pois estou evitando a oratória. Não quero ouvir minha voz nem em pensamento.
Hoje ela está com vontade própria, fala o que quer. Está um pouco rude ao jorrar sua opinião, ou a objetividade está meio em evidência. Pode ser também que exageradamente sincera. Ou melhor, estou pensando em tanta coisa que me canso só de pensar em falar. A voz não vai acompanhar o raciocínio. É,Pode ser.
Eu sei o que sinto, sei separar bem cada sentimento. É como olhar uma estante, com muitas prateleiras, diversos compartilhamentos e saber o que encaixar e onde. Fiquei orgulhosa por dentro de um contexto conseguir separar as emoções de um único assunto e conseguir resolvê-lo sem atrito. Sem oratória, claro. Hoje. Hoje é dia apenas de dissertar. Reservar-me ao meu monólogo. Responda se quiser e prepare-se para a única opção, a de ser respondido a altura, que pode ser feita de duas opções: uma tréplica argumentativa, ou meu silêncio.
Silêncio? Fique com a conclusão que desejar: quem cala, consente; ou simplesmente não vale a pena.

Não vejo mais como um problema, era uma autoanálise. Olhar de fora.

7 de abril de 2012

Avante

Ainda bem que a vida é assim, feita por bons momentos que a gente esquece!
É bom lembrar das coisas, mas sempre, seria tão triste (?).


A nostalgia faz parte, mas olhar pra frente e viver o novo, que aliás pode ser melhor, é o melhor.
As pessoas são passageiras, renovam os compromissos, as amizades, mudam, aprendem, evoluem!
Assim como aquilo que diz que "só os fortes entendem", em nossas vidas "só os fortes sobrevivem", "os outros são os outro e só..." rs - Os outros, Leoni ♪
Não menos importantes, fazem parte dos degraus que nos levam até a descoberta daquele tão sonhado "quem sou eu?", ao topo de nós mesmos. Como repete sempre uma estimada amiga "cada um que passa em nossa vida leva um pouco de nós e deixa um pouco de si" (algo assim, nesse sentido).
Enfim, ciclos infindáveis e necessários que de início dão aquele frio na barriga e por fim uma saudade tão saudável, mais que isso, a sensação de honra pela emoção vivida.

Nada em especial, apenas tudo que possa agregar.


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