Você sempre tem certeza do que faz? que a sua escolha foi a melhor? Ela foi analisada da melhor forma?
Eu só tenho a agradecer TUDO o que tenho e tive.
São experiências incríveis e inesquecíveis, em lugares, datas e com pessoas que estão eternizadas em mim.
Como seria bom poder reviver, dar ctrl+z ou mesmo continuar o que por mim, não seria interrompido. Mas, acredito que tudo tem seu tempo. Que ao mesmo tempo, que o tempo que é infinito, ele é determinado para certos momentos, que por sua vez podem ser imensuráveis, mas acabam e viram lembranças.
É fascinante a história que o ser humano tem capacidade de construir, a partir dos sentimentos que tem em relação as outra pessoas. A própria história, histórias sobre o que vêem, o que sentem e não vivem, mas expõem através de livros, filmes.
E os registros que eternizam esses momentos e ilustram as histórias, que marcam cada capítulo? As fotos: um fato parado, que fazem passar um filme na mente. Os videos: um curta sem roteiro, feito por sentimentos espontâneos, que causam saudade ao serem vistos e naquele instante, revividos. Há também aqueles que não expomos, e que ficam escondidos na memória, guardados como dentro de uma caixinha de segredos, fechada a sete chaves.
Saber que os essenciais para a construção deste livro da vida, mesmo que não compartilhem todos os momentos, não irão embora. Independente do que aconteça, seja para bronquear, felicitar ou só apoiar, estão lá. Estão sempre lá.
Certeza de que o que escolhemos é o melhor, podemos até não ter, mas se não for prejudicar ninguém e houver alguém que por mais que não aprove, esteja ao seu lado, com certeza valerá a pena e trará algum aprendizado e pode até, superar as expectativas!
7 de novembro de 2010
12 de outubro de 2010
Não quero o que não posso escolher.
Acredito eu, que as pessoas ainda podem ser melhor. Que podem mudar e deixar de fazer com que as que a cercam, se chateiem por coisas que podem ser evitadas.
Há pouco tempo atrás, tinha a certeza que podia evitar sentimentos indesejados. Agia da forma que achava que era melhor para a situação que se colocava a minha frente, fosse em família, no trabalho, nos estudos, namoro ou nas amizades.
Sempre valorizei as relações, mas prevalecia em mim, o meu bem estar. Na verdade, o medo de não estar bem. Assim eu fazia o que fosse para evitar problemas futuros e guardava emoções que talvez tivessem que ser expostas.
Quem sabe junto a estas, não viessem os problemas? Mas todo problema tem que ser solucionado! E se com as soluções, não viessem melhorias? E se com as melhorias, não viessem novidades e evolução, e independência, e... felicidade? Não só para mim claro, mas quem partilha o problema comigo!
Mesmo assim, quando "seguimos" algo que não é tão eficaz, mas dá até que certo de alguma forma, a covardia demora a se tocar que é hora de partir.
Não, não. Nós é quem temos que ver o que realmente nos faz bem. E comigo foi assim.
Agir apenas pela razão, me obrigar a sentir o que eu achava que ia levar a situação a melhor resolução, na verdade nunca foi a melhor maneira de ser. Afinal, eu não estava sendo realmente eu, nem mesmo agindo como queria.
Talvez eu tenha demorado a perceber... Sabe aquela história de perder para aprender a dar valor, foi quase assim! Mas, foi o que me levou a parar de escolher o que sinto, a sentir... com cautela.
Acredito que as coisas são como devem ser, que nada depende só de nós e o principal, que devemos agir de acordo com o que queremos, pois isso é o que facilita com que as coisas aconteçam e é o que pode levar a dar certo.
A questão de não querer o que não posso escolher é simples: tudo o que acontece na vida de cada um, em algum momento depende de uma decisão nossa e certeza que será melhor tomada, se for feita com vontade e coragem. O que acontece depois dela, é reflexo, é história, sentimento. E se fosse novamente privado, seria opaco, monótono, morto.
O que deve ser lavado em consideração é que o próximo, assim como nós, também sente e tem vontades. Então o respeito a escolha alheia, torna-se imprescindível. Afinal, as vezes o que queremos, não é o que os outros querem e essa é não é uma escolha que depende de nós. Dica: coloque-se no lugar do outro, mas não deixe de viver em função de si mesmo.
Nem toda escolha é boa, ou dura para sempre. O contexto muda.
Sendo assim, que os contextos sejam propicios a boas escolhas, para que tenhamos sempre o melhor que a vida pode nos oferecer.
Eu sigo meu caminho, sempre renovando e rezando para fazer a escolha certa.
Nem toda escolha é boa, ou dura para sempre. O contexto muda.
Sendo assim, que os contextos sejam propicios a boas escolhas, para que tenhamos sempre o melhor que a vida pode nos oferecer.
Eu sigo meu caminho, sempre renovando e rezando para fazer a escolha certa.
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