19 de dezembro de 2012

Conclusões de uma conversa entre amigas.

Hoje eu acho que estou com algum problema. Minha concentração esta falha, mas não para falar o que passa na minha cabeça. E quanta coisa passa! Aliás eu queria só escrever sobre, pois estou evitando a oratória. Não quero ouvir minha voz nem em pensamento.
Hoje ela está com vontade própria, fala o que quer. Está um pouco rude ao jorrar sua opinião, ou a objetividade está meio em evidência. Pode ser também que exageradamente sincera. Ou melhor, estou pensando em tanta coisa que me canso só de pensar em falar. A voz não vai acompanhar o raciocínio. É,Pode ser.
Eu sei o que sinto, sei separar bem cada sentimento. É como olhar uma estante, com muitas prateleiras, diversos compartilhamentos e saber o que encaixar e onde. Fiquei orgulhosa por dentro de um contexto conseguir separar as emoções de um único assunto e conseguir resolvê-lo sem atrito. Sem oratória, claro. Hoje. Hoje é dia apenas de dissertar. Reservar-me ao meu monólogo. Responda se quiser e prepare-se para a única opção, a de ser respondido a altura, que pode ser feita de duas opções: uma tréplica argumentativa, ou meu silêncio.
Silêncio? Fique com a conclusão que desejar: quem cala, consente; ou simplesmente não vale a pena.

Não vejo mais como um problema, era uma autoanálise. Olhar de fora.